Estimulação cognitiva na 3ª idade


Já parou para pensar que a população idosa representa aproximadamente 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos, ou seja, cerca de 8,6%* da população brasileira?


A terceira idade apresentou crescimento relativo a 49,3% nos últimos dez anos, e há expectativa de que nos próximos 20 anos esse número ultrapasse 30 milhões de pessoas.


Com o crescimento dessa população, faz-se necessário refletir sobre o processo do envelhecer considerando as transformações orgânicas, físicas, cognitivas e a interação com o ambiente.


Um dos problemas de saúde é o comprometimento cognitivo, devido principalmente as alterações características do envelhecimento (demência e etc.) e aspectos biológicos (doença de Alzheimer e etc.). Contudo, o cérebro possui a capacidade da neuroplasticidade, que permite a constante adaptação e modificação de estrutura neural por meio de novas exigências ambientais ou estimulação cognitiva.


A estimulação cognitiva tem o papel de manter ou melhorar os processos mentais do idoso, colaborando diretamente com o processo do envelhecimento.


Por meio de treinamento, o idoso consegue estimular componentes importantes como memória e atenção.


Essa estimulação também pode proporcionar um envelhecimento mais saudável, atrasando o aparecimento de declínio cognitivo, ou até mesmo reduzindo os danos deste.


Portanto, com o alto índice da população idosa, torna-se importante oferecer alternativas para tornar o envelhecer mais saudável e produtivo, como o Cogmed, por exemplo.


Pense nisso!


Ah! aqui no site você encontra mais informações sobre o COGMED no menu "serviços - ginástica cerebral", e para maiores informações, podem enviar e-mail! ;)


*Fonte: IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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